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Como plantar flores

CRAVO: Bem aceito no mercado e com boa valorização, a flor tradicional é opção de cultivo simples.

Mulheres, em geral, gostam de receber todos os tipos de flores, mas, quando se trata de homens, a preferência é pelo cravo. Em casamentos tradicionais, é também ele que enfeita a lapela do noivo e dos padrinhos. Regra de etiqueta ou questão cultural, isso não importa. O fato é que o cravo, que exala um perfume suave, pode ser usado para diferentes fins, tem boa aceitação no mercado e atinge alto valor comercial. Como atrativo adicional, a flor apresenta cultivo bastante simples.

O plantio de cravo não é voltado apenas para o corte. Além de haver procura para ornamentar coroas em funerais, também é comercializado em vasos para decoração de ambientes e jardins.

O cravo é a flor do craveiro (Dianthus caryophyllus), cujas variedades são, em grande parte, originárias das regiões mediterrâneas da Ásia e Europa. A planta é uma herbácea perene, que pertence à família das Cariofiláceas, a mesma da cravina, ou cravo-bordado.

O caule do craveiro é reto e cheio de ramificações, chegando a atingir um metro de altura. A flor nasce no topo do caule, a partir de um cálice tubular. Conta com cinco pétalas dobradas e bordas recortadas. Há cravos de colorações diversificadas, de uma mesma tonalidade ou mesclada, mas os exemplares brancos e os vermelhos são os mais procurados pelos compradores.

GÉRBERA: A espécie tem boa demanda para decorar ambientes residenciais e comerciais, seja em vasos ou arranjos.

Com cerca de duas dezenas de tonalidades, que vão do branco ao vermelho, a gérbera é uma flor ideal para embelezar ambientes com cores intensas e vibrantes. Plantada em vasos ou disposta em arranjos florais, ela decora tanto salas residenciais quanto estabelecimentos comerciais, como escritórios, consultórios, lojas e, inclusive, espaços para eventos. Por isso a gérbera é muito procurada em floriculturas, centrais de abastecimento e gôndolas de flores disponíveis em supermercados, o que mostra que sua produção pode ser uma atividade rentável para quem tem interesse em trabalhar com cultivo de plantas.

Muito popular, a gérbera é uma planta herbácea, perene e fácil de ser cultivada, seja em vasos, jardins, canteiros ou floreiras. Não exige muitos cuidados e tem boa adaptação em regiões de clima seco. Como é rústica, tolera solos mais secos, porém, em períodos de pouca chuva, deve contar com regas regulares, de uma a duas vezes por semana. O cultivo da flor deve ser realizado em local arejado e onde há incidência de sol. Propagada por sementes, tem em geral na segunda floração a aparência mais vistosa. Com até 40 centímetros de altura, ela conta com variedades para corte e para plantio em vasos (que são exemplares de desenvolvimento mais compacto).

A gérbera pode ser encontrada em vários países a partir de cultivares oriundos da hibridização entre Gerbera jamesonii e Gerbera viridifolia – realizada na África do Sul. Os japoneses, em 1980, foram os primeiros a desenvolver variedades da flor para plantio em vasos, o que trouxe um avanço para a difusão da cultura. A alternativa em relação ao cultivo no solo evita a ocorrência de doenças e facilita a nutrição da planta.

Pertencente à família das Asteraceae, que inclui o girassol e a margarida, a gérbera possui uma haste longa e reta que dá sustentação ao que é chamado em botânica de capítulo – inflorescência formada de várias pequenas flores protegidas por folhas modificadas, denominadas brácteas. Quando associadas e mais desenvolvidas que as floretas reunidas em uma base circular, como na gérbera, as brácteas assumem forma, textura e cores e acaba sendo comum confundi-las com pétalas.

ONZE-HORAS: Com folhas suculentas e floração abundante, a planta ornamental pode ser cultivada em espaços pequenos, jardins, vasos ou jardineiras.

Lá pela hora do almoço para alguns, ou quase para outros, quando o sol começa a entrar a pino, a Portulaca atinge seu florescimento máximo do dia. Por isso, a flor, da família das Portulacaceae, a mesma da pata-de-elefante e da beldroega-graúda, tem como nome popular onze--horas. Fácil de plantar e pouco exigente em cuidados durante o desenvolvimento, a onze-horas possui pétalas delicadas em várias cores vibrantes, tornando-se uma bela flor para ornamentação.

Planta herbácea e com folhas suculentas, ela é adequada para cultivo em pequenos espaços, vasos, jardineiras e canteiros. A onze-horas gosta muito do sol e tem florescimento o ano inteiro - diminuindo no inverno. Embora o clima quente seja seu preferido, a planta tem boa tolerância a geadas, podendo ser cultivada em todo o país.

Por aqui, podem ser encontradas duas espécies de onze-horas do gênero Portulaca que são produzidas comercialmente como plantas ornamentais. Nativa da América do Sul, inclusive do Brasil, há a Portulaca grandiflora Hook na variedade comum, com flores brancas ou rosas ou ainda mesclada com as duas cores e na variedade dobrada - quando as pétalas são formadas em séries -, nos tons rosa, amarelo, vermelho e branco.

Apesar de já existir na Europa por volta de 1750, não se sabe ao certo a origem da Portulaca oleracea L. Também chamada beldroega, ela apresenta as mesmas cores da variedade dobrada da Portulaca grandiflora. Ambas são plantas anuais e de crescimento rápido, atingindo 20 centímetros de altura.

É importante distinguir a espécie silvestre da beldroega, pois trata-se de uma planta daninha que pode dominar a área de plantio. Espécies da família das Aizoaceaes, a Aptenia cordifolia (L.f.) Schwantes, conhecida como rosinha-de-sol, e a Lampranthus productus, a cacto-margarida, também podem ser confundidas com as variedades da onze-horas.

No mercado, existem materiais genéticos melhorados e selecionados da Portulaca, desenvolvidos por institutos de pesquisa, floricultores particulares e empresas. Porém, o comércio ainda é tímido, oferecendo espaço em potencial para ser explorado.

GIRASSOL: Adaptada às várias regiões do país para a produção de semente, a planta também tem apelo como espécie ornamental.

O peculiar movimento de girar sua inflorescência em direção ao sol inspirou o nome desta planta de proporções exageradas. Firmado como artigo de cultivo em larga escala para a produção de grãos e óleo, o girassol (Helianthus annuus L.) é também utilizado na ornamentação de jardins e em arranjos para decoração.

O grande porte da planta, que pode chegar a 1,80 metro de altura, nem sempre agrada a esse tipo de consumo. Por isso, a partir de técnicas de cultivo e de melhoramento genético, surgiram versões de girassóis menores, mais compactos, que podem ser cultivados e comercializados em vasos.

A Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, desenvolve ainda cultivares ornamentais estéreis. Produzido em grande quantidade, o pólen pesado e denso da planta cai facilmente da flor e acaba sujando o local, além de causar alergia em algumas pessoas. Outra frente de pesquisa do órgão é o desenvolvimento de sementes capazes de gerar exemplares com pétalas de tonalidades diferentes do tradicional amarelo.

O girassol tem boa adaptação ao clima e é tolerante à seca, mas deve ser cultivado em locais com disponibilidade de irrigação. Dotado de um sistema radicular que se aprofunda no solo, tem alta capacidade de absorção de água e nutrientes. Porém, a planta é sensível à compactação do solo e prefere terrenos melhorados.

O grão pode ser utilizado para consumo animal, extração de óleo e obtenção de farinhas que servem como ingrediente para a produção de pães e outros alimentos. A plantação de girassol ainda pode servir de base para a produção de mel de abelhas.

Natural da América (há controvérsias sobre o local de origem, que pode estar nos Estados Unidos e México ou no Peru) e introduzida na Europa no século XVI, a planta é hoje cultivada nos cinco continentes e tem sua importância renovada pela crescente busca por fontes renováveis de energia. Isso porque seu óleo, além de ser saudável para a alimentação humana, com propriedades que reduzem o nível de colesterol, também é matéria-prima para a fabricação de biodiesel.

Fonte: Revista Globo Rural (http://revistagloborural.globo.com/Revista/GloboRural/0,,18291,00.html).


 

 
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